O que é Kallian?

 

Kallian é fantasia épica!

O Mundo de Kallian é um lugar de muitos perigos e desafios, onde o destino de uma cidade, reino ou até do mundo todo repousa na mão dos heróis.

E esses heróis serão os personagens dos jogadores.

Ilustração de Douglas Draco

“Asgaroth ergueu o Amuleto de Devon aos céus. Aquilo que ele mais desejava se realizou e dos céus surgiu uma grande rocha caindo incandescente com velocidade assustadora.

Estava acontecendo como ele havia profetizado. Era o Primeiro Sinal que haveria de libertar o deus verdadeiro, Kalli, de sua prisão no fundo do oceano e o mundo de Kallian seria purificado de todo o mal…”

Kallian é ação!

Os heróis de Kallian sabem que surpresas aguardam em cada esquina e a ação não para. Num ritmo frenético e incansável, perseguições, fugas e combates são o tempero.

Ilustração de Douglas Draco

“O capitão Albiore subiu a escadaria correndo de espada em punho e pronto para tudo. Ao alcançar o topo da torre esquivou-se de um golpe que teria decepado sua cabeça.

Seu ex-mestre, Asgaroth provava ser realmente o melhor entre os soldados. Num combate entre iguais mestre e aluno se enfrentavam numa última e mortal batalha.

Num instante uma adaga de aço negro cruzou o ar…”

Kallian é suspense!

Mistérios e segredos aguardam para serem revelados, as sombras ocultam passados e verdades.

Inimigos sem rosto e monstros sem forma espreitam à espera de uma chance para um ataque mortal.

Ilustração de Douglas Draco

“As ruas estavam desertas, vielas imundas e estreitas da cidade secreta que àquela hora deviam estar fervilhando de atividades ilícitas. Um kobold desavisado foi encontrado morto junto à fonte, mas naquela noite todos os parias de Harish sabiam que havia algo estranho acontecendo.

A Irmandade estava reunida, mas ninguém sabia seus propósitos e ninguém ousaria desafiá-los. Exceto um grupo de forasteiros que caminhava sem perceber que estavam sendo vigiados de muito perto…”

Kallian é variedade!

Se você procura um jogo com cavaleiros garbosos resgatando princesas, jogue na região de Torkstone, Se deseja uma historia de horror e suspense, há os mistérios de Laurência. Tente sobreviver à brutalidade de Magon, o reino dos Orcs, ao rigor e disciplina de Kondor.

Em Kallian, há aventuras para todos os gostos e estilos. E ainda, sempre há espaço para criar o seu próprio.

Ilustração de Douglas Draco

“Edwin Vandersar foi banido de sua terra natal por ser um feiticeiro. Em Balan, um reino governado por magos, feiticeiros são considerados portadores de uma forma perigosa de magia, uma que não é controlada através do estudo, não é disciplinada.

O feiticeiro exilado partiu em busca de uma maneia de provar que feiticeiros podem ser tão poderosos quanto os magos. Edwin até mesmo se juntou a um grupo de aventureiros por um período de tempo, mas sentia que seu destino não era ali. Sua busca devia ser apreendida sozinho.

Sozinho, em meditação nas profundezas de uma caverna, Edwin viu com o seu olho da mente, algo que há séculos nenhum habitante de Kallian vira. Um colossal dragão vermelho, cada escama exalava imponência, em cada respiração, Edwin sentia o calor de um incêndio.

Edwin, de alguma forma, sabia que era um avatar de Kiros, o deus dos dragões. Durante toda a noite, o feiticeiro conversou com o dragão, prestando atenção em cada palavra que saia de sua bocarra enorme. Edwin aprendeu sobre a real natureza dos feiticeiros e sobre o motivo do desaparecimento dos dragões.

O dragão também disse que Edwin deveria garantir que o quinto sinal acontecesse, para que então os dragões pudessem triunfar novamente. No dia seguinte, Edwin Vandersar, completamente revigorado e com as esperanças renovadas só tinha uma coisa em sua cabeça: Encontrar Harald Draco.”

Tons de Cinza

O cenário foi construído nos diversos tons de cinza entre o branco e o preto e dessa forma as ações dos personagens estão em algum ponto entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Ser um herói ou um vilão pode ser também apenas uma questão de ponto de vista ou interpretação.

Ilustração de Douglas Draco

“Kazin Hazel ergueu os olhos e encarou seu algoz. Se havia de morrer naquele inferno de fogo e fumaça, seria de cabeça erguida. Harsh’Tan, o líder do bando sorriu mostrando presas amarelas características dos orcs.

– Esse é resistente – disse o orc – Será um belo escravo.

– Vocês vão enfrentar a justiça de Lanzara, orcs malditos.

– Justiça? – exasperou-se Harsh’Tan – Vocês, humanos, falam de justiça e nos julgam inimigos cruéis, mas estamos apenas retribuindo os três séculos de escravidão, dor e morte que os humanos nos concederam.

Harsh’Tan caminhou até o braseiro onde o ferro ardia vermelho intenso pronto para marcar o novo escravo. O orc apanhou o ferro quente e caminhou até Kazin.

– Vingança faz parte da justiça de seu deus – disse o orc – Estamos apenas sendo justos com os humanos…”

Narrativa

Ilustração de Douglas Draco

O cenário foi construído nos diversos tons de cinza entre o branco e o preto e dessa forma as ações dos personagens estão em algum ponto entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Ser um herói ou um vilão pode ser também apenas uma questão de ponto de vista ou interpretação.

Ilustração de Douglas Draco

“Kazin Hazel ergueu os olhos e encarou seu algoz. Se havia de morrer naquele inferno de fogo e fumaça, seria de cabeça erguida. Harsh’Tan, o líder do bando sorriu mostrando presas amarelas características dos orcs.

– Esse é resistente – disse o orc – Será um belo escravo.

– Vocês vão enfrentar a justiça de Lanzara, orcs malditos.

– Justiça? – exasperou-se Harsh’Tan – Vocês, humanos, falam de justiça e nos julgam inimigos cruéis, mas estamos apenas retribuindo os três séculos de escravidão, dor e morte que os humanos nos concederam.

Harsh’Tan caminhou até o braseiro onde o ferro ardia vermelho intenso pronto para marcar o novo escravo. O orc apanhou o ferro quente e caminhou até Kazin.

– Vingança faz parte da justiça de seu deus – disse o orc – Estamos apenas sendo justos com os humanos…”

Um Reino de Orcs

O cenário foi construído nos diversos tons de cinza entre o branco e o preto e dessa forma as ações dos personagens estão em algum ponto entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Ser um herói ou um vilão pode ser também apenas uma questão de ponto de vista ou interpretação.

Ilustração de Douglas Draco

Ilustração de Douglas Draco

“Kazin Hazel ergueu os olhos e encarou seu algoz. Se havia de morrer naquele inferno de fogo e fumaça, seria de cabeça erguida. Harsh’Tan, o líder do bando sorriu mostrando presas amarelas características dos orcs.

– Esse é resistente – disse o orc – Será um belo escravo.

– Vocês vão enfrentar a justiça de Lanzara, orcs malditos.

– Justiça? – exasperou-se Harsh’Tan – Vocês, humanos, falam de justiça e nos julgam inimigos cruéis, mas estamos apenas retribuindo os três séculos de escravidão, dor e morte que os humanos nos concederam.

Harsh’Tan caminhou até o braseiro onde o ferro ardia vermelho intenso pronto para marcar o novo escravo. O orc apanhou o ferro quente e caminhou até Kazin.

– Vingança faz parte da justiça de seu deus – disse o orc – Estamos apenas sendo justos com os humanos…”

Um mundo sem dragões… Não por muito tempo…

Há muito tempo os dragões foram banidos de Kallian pelos Feiticeiros da Costa. Durante séculos acreditava-se que os feiticeiros haviam destruído os dragões para sempre apenas com seu poder combinado.

Recentemente descobriu-se que eles usaram cinco poderosos artefatos conhecidos como Sigils ou marcas de poder e somente com esse poder eles puderam, não destruir, mas banir os dragões para outro plano de existência.

Mas o retorno dos dragões está muito próximo e sua fúria e vingança vão cobrir todos os reino no Céu dos Dragões..

Ilustração de Douglas Draco

“Draco olhou para as irmãs luas no céu. Luna, a maior, findava seu brilho avermelhado tornando a ser pálida e cinzenta como há mil anos havia sido. Podia sentir a imensa quantidade de energia mística se acumulando nas cinco Sigils, as marcas de poder. Podia ver as linhas que formavam tal energia, a despeito de sua forma física, em sua essência ainda tinha esse conhecimento.

O portal se abriu e Draco ouviu o som poderoso das asas do primeiro dragão que retornou a Kallian e outros seguiram, dezenas, centenas de dragões encheram os céus mais uma vez. Era o Céu dos Dragões. E depois de tantos séculos Draco sabia que sua maldição seria quebrada.

Então, subitamente, Draco despertou.

Aquele sonho novamente. Era a quinta vez que tinha o mesmo sonho, ele sabia que era um sinal para que ele continuasse sua busca pelas Sigils, e agora estava muito próximo de encontrá-las”

Os Doze Sinais

Uma profecia diz que um deus ancestral repousa, aprisionado, no fundo do oceano e que em breve vai despertar para conduzir o mundo a uma era de paz… Mas para isso o mundo teria que ser destruído.

Ilustração de Douglas Draco

Doze Sinais antecedem o fim. O primeiro sinal foi a queda da muralha de Kondor, fato ocorrido há sete anos. O Segundo sinal são as Águas Negras que surgiram causando morte e pânico nos mares. O Terceiro sinal é a Praga que assola todos os reinos. Recentemente, um exercito de mortos vivos ergueu-se em Laurencia. Tudo indica que este é o Quarto Sinal.

Os sinais estão se cumprindo…

Leandro Casanova

Curte RPG desde pequeno, não tem mais tempo pra jogar o quanto gostaria, mas insiste em escrever sobre o assunto. Pode ser encontrado grande parte do tempo na Playstation Network sob a alcunha de mcswinning.

  Um Comentário para “O que é Kallian?”

Comentários (1)
  1. Muito bom o site, o mundo, os personagens e as ilustrações.

    Não curto muito RPG me desculpem por isso, mais a história é muito boa mesmo.

    Estou trabalhando em um projeto de animação tradicional totalmente brasileira e faço varias coisas, dentre elas sou Character Designer e Roteirista.

    Seus tutoriais são magnificos, parabens. Deixo aqui o link do forum de animação para quem gosta também.

    http://easytoonbr.forumeiro.org

    Muito bom mesmo o site. *-*

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